Compositor, maestro e pianista, Carlos Lopes (Guimarães, 1995) tem particular interesse pela criação colaborativa de música instrumental e vocal, bem como pelo uso de eletroacústica, improvisação e de novos formatos artísticos na
performance musical.
Em 2021, foi Jovem Compositor em Residência na Casa da Música, onde decorreram estreias das suas obras pela
Orquestra Sinfónica do Porto e pelo
Remix Ensemble. Em 2024, terminou o Mestrado em Composição na Hochschule für Musik und Tanz de Colónia, na classe de Miroslav Srnka. Atualmente, frequenta o Mestrado em Direção de Música Contemporânea na mesma instituição, com Susanne Blumenthal.
Licenciou-se em Piano na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, com o professor Constantin Sandu, também aqui concluindo a sua Licenciatura em Composição, em 2020, sob orientação de Pedro Santos, Dimitrios Andrikopoulos e
Carlos Azevedo.
Em julho de 2018, obteve o 2.º Prémio no 11.º Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim com o quarteto de cordas
tragoidia. Participou no workshop ENOA –
Composing for Voices, na Fundação Calouste Gulbenkian, onde foi orientado pelo compositor
Luís Tinoco. Em julho de 2019, foi estreada a sua obra
5 Variações do Desassossego, pela
Orquestra Gulbenkian e o barítono Tiago Matos, sob a direção de
Pedro Neves. Em 2020, a obra
Clepsydra foi encomendada pelo Prémio Jovens Músicos (Antena 2/ RTP), enquanto peça obrigatória da categoria de Violoncelo – nível superior. Em junho de 2022, foi distinguido com uma Recomendação
Compositores com menos de 30 na 68.ª Tribuna Internacional de Compositores (ROSTRUM+), em Belgrado, pela sua obra
Artefacst.
Participou em classes de aperfeiçoamento, palestras e
workshops com Peter Rundel, Helmut Lachenmann, Harrison Birtwistle, Philippe Manoury, Clara Ianotta, Rebecca Saunders, Ensemble Mosaik em colaboração com
Luís Antunes Pena, Alexander Schubert, Johannes Schöllhorn,
João Pedro Oliveira, Panayiotis Kokoras e Moritz Eggert.
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Última atualização: 23 de janeiro de 2025