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JOÃO MADUREIRA "EM FOCO" NO MIC.PT DURANTE O MÊS DE JULHO
Discretamente expressiva, secretamente lírica e subitamente cheia de energia e vigor... Nem tradicional e nem de vanguarda, nem tonal e nem atonal a música de João Madureira é uma afirmação pessoal sobre a imensa diversidade no mundo.
Em Julho a rubrica “Em Foco” do mic.pt é dedicada à obra de João Madureira, que este ano celebra o seu 40º aniversário. No mundo da música contemporânea portuguesa o compositor tem uma posição de destaque. Além da composição é também activo na área do ensino na Escola Superior de Música de Lisboa e preside à Comissão Instaladora da Arquipélago, Associação de Compositores de Portugal. Segundo o compositor, no mundo da música contemporânea portuguesa é preciso fazer mais para criar unidade entre as pessoas envolvidas. João Madureira encara a música contemporânea como parte integrante de toda uma evolução da música ocidental. A sua linguagem integra as várias “rupturas” da história da música do século XX recorrendo a técnicas diferentes tanto da actualidade (espectralismo) como do passado. Outra componente essencial na sua actividade artística é a investigação da relação entre música e texto e a relação que estes estabelecem enquanto emissores de sinais e significados. Descubra a obra e as ideias de João Madureira, o compositor “Em Foco” do mic.pt no mês de Julho.


 

Entre o Ar e a Perfeição
Edição da brasileira "Oficina Música Viva", este CD é integralmente dedicado às obras de João Pedro Oliveira. A interpretação é do próprio grupo Oficina Música Viva com a direcção de Rubner de Abreu.

Rui Penha, In many, many years
Nova obra de Rui Penha para flauta de bisel e electrónica, foi estreada no passado dia 4 de Junho pelo flautista António Carrilho no Teatro da Vilarinha, Porto, no 7º concerto da temporada da Oficina Musical
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Jorge Prendas, Cartooniana
Nova obra para orquestra do compositor Jorge Prendas foi estreada no Coliseu do Porto no dia 19 de Junho pela Orquestra Metropolitana de Lisboa com direcção de Reinaldo Guerreiro.
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Jaime Reis, A Omnisciência é um Colectivo II
Obra para Orquestra de Sopros, Percussão, Piano, Contrabaixo e Electrónica em Tempo Real encomendada pela União Filarmónica do Troviscal a Jaime Reis, foi estreada no dia 2 de Julho no Grande Auditório do Centro Cultural de Macau.
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João Madureira, Wind
Obra para Trompete e Orquestra de Sopros encomendada pela União Filarmónica do Troviscal a João Madureira, foi estreada no dia 18 de Junho no Auditório do Conservatório de Música do Porto por Luís Granjo (trompete) e pela própria União Filarmónica do Troviscal.
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Pedro Junqueira Maia, peça viii
Nova obra para piano de Pedro Junqueira Maia foi estreada por Raquel Couto no Auditório do Curso de Música Silva Monteiro.
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Miguel Azguime, Lissabon Klang
Obra radiofónica de Miguel Azguime composta sobre o texto da escritora Alemã Juli Zeh, no âmbito do projecto "Klang Des Suden" foi estreada no dia 16 de Junho no Instituto Goethe de Lisboa.
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Alexandre Delgado, A Rainha Louca
Nova ópera de Alexandre Delgado foi estreada no Centro Cultural de Belém no passado dia 8 de Julho. A interpretação foi da OrchestrUtópica dirigida pelo próprio compositor.
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João Madureira, 60''
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João Madureira, Ausgraben und erinnern
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João Madureira, ECO
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João Madureira, Encontro
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João Madureira, Fulgor
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João Madureira, Greeting
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João Madureira, Lira
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João Madureira, Noite
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João Madureira, Toc, Toc, Toc
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João Madureira, Wind
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Gonçalo Gato, Singularidade
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Gonçalo Gato, Configurazioni
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Pedro Rebelo, Exposure 4.1
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Pedro Rebelo, Shadow Quartet
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Constança Capdeville, Pequena Dança de Corte
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JORGE LIMA BARRETO (1949-2011)
Jorge Lima Barreto, personalidade inovadora e inquieta da música improvisada e electrónica portuguesa, conseguiu fazer o que muitos consideram impossível. Conhecido pela irreverência e inconformismo, na sua actividade profissional juntou vários mundos em que normalmente dominam as tendências separatistas - a musicologia, o jornalismo, a prática musical, música erudita, experimental e popular. O traço comum entre as suas actividades é, antes de mais, o da contemporaneidade radical. Destaca-se o seu percurso artístico, tendo sido um dos principais precursores em Portugal de várias gramáticas musicais. Jorge Lima Barreto introduziu novas soluções interpretativas e composicionais, ao mesmo tempo que procurou estar actualizado com os desenvolvimentos tecnológicos no campo da música. "Apesar de pertencer a um circuito musical restrito, a sua música, as suas apresentações nos media e os seus textos, por vezes polémicos, assim como o seu forte carisma, fazem dele uma personalidade reconhecida além do seu domínio da prática musical."

PEDRO CARNEIRO VENCE PRÉMIO GULBENKIAN ARTE DE 2011
O intérprete, compositor e maestro Pedro Carneiro foi distinguido com o prémio Gulbenkian Arte 2011. Os prémios Gulbenkian foram instituídos por ocasião do 50º aniversário da Fundação correspondendo às áreas da Arte, da Beneficência, da Ciência e da Educação.
Nas palavras do jurí, o Prémio distingue a excepciona carreira de Pedro Carneiro, tido como um "instrumentista de génio (...) um dos mais importantes percusssionistas da actualidade".
Pedro Carneiro, com uma já extensa carreira internacional de solista de percussão, nos últimos anos tem desenvolvido um excelente trabalho ao nível nacional, não só como compositor e solista de marimba mas também como co-fundador, director artístico e maestro titular da Orquestra de Câmara Portuguesa.


37º FESTIVAL DO ESTORIL
No 37º Festival do Estoril, que decorre de 14 a 29 de Julho irão ser estreadas obras de João Godinho e Eurico Carrapatoso. Joana Gama irá estrear uma obra de João Godinho no dia 26 de Julho e no dia seguinte será o Sonor Ensemble a estrear uma obra de Eurico Carrapatoso, tudo no Centro Cultural de Cascais.