Pedro Amaral Em Foco no MIC.PT em Janeiro
Pedro Amaral · © Marcelo Albuquerque
Pedro Amaral · © Marcelo Albuquerque
Em Janeiro a secção Em Foco no MIC.PT é dedicada a Pedro Amaral, compositor, maestro, musicólogo e professor, para assinalar o seu 50.º aniversário.
No que diz respeito à Composição, três criadores marcaram a sua formação em momentos diferentes: Fernando Lopes-Graça com quem estudou como aluno privado; Christopher Bochmann na Escola Superior de Música de Lisboa; e Emmanuel Nunes no Conservatório de Paris. As competências de maestro Pedro Amaral desenvolveu com Peter Eötvös e Emilio Pomàrico, sublinhando ainda a importância da influência de Pierre Boulez. Até 2020 o músico desempenhou as funções de Director Artístico da AMEC/ Metropolitana, tendo sido também Maestro Titular da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Pedro Amaral enfatiza que o acto de composição é sempre acompanhado pelo pensamento e é neste sentido que a investigação da música de Karlheinz Stockhausen o marcou enquanto músico e estudioso – na meditação histórica e no enquadramento da sua própria linguagem, que, com o passar do tempo, se tem tornado mais pessoal na procura de dimensões e sonoridades próprias.
Este mês visitem a secção Em Foco do MIC.PT dedicada a Pedro Amaral.
Actividade · Compositoras e Compositores Editados pelo MIC.PT
NOTA BENE: Devido à pandemia Covid-19, as iniciativas divulgadas na Newsletter do MIC.PT de Janeiro poderão ser sujeitas a alterações na programação ou adiamentos. Para obter informações actualizadas que dizem respeito às mesmas, agradecemos que visitem os sítios das entidades organizadoras.
António Chagas Rosa · © Bruno Nacarato
António Chagas Rosa · © Bruno Nacarato

Suite Pentolítica (2021) para sete instrumentos (flauta, clarinete, violino, viola, violoncelo, piano e percussão) é a nova obra de António Chagas Rosa, compositor editado pelo MIC.PT, que será estreada pelo Sond'Ar-te Electric Ensemble sob a direcção de Pedro Carneiro no próximo dia 16 de Janeiro na Casa da Música. «O título consiste num neologismo que aos meus ouvidos tem algum humor, fazendo referência a um conjunto de cinco (penta) monólitos (do grego: pedras únicas), pois a peça tem cinco andamentos. Embora não se trate de música intencionalmente descritiva, estes cinco breves andamentos surgiram na minha imaginação como uma memória dos muitos conjuntos de monólitos que encontramos no Alentejo em abundância, e que desde miúdo muito me impressionaram. Mais do que as pedras em si, o que me intriga são os rituais que as puseram lá e aos quais nós nunca assistimos. Por isso decidi criar um ritual sonoro diferente para cada monólito...» – revela António Chagas Rosa na nota de programa sobre a nova obra (encomenda do Sond'Ar-te Electric Ensemble).
Diogo Alvim · © Susana Pomba
Diogo Alvim · © Susana Pomba

Diogo Alvim, compositor editado pelo MIC.PT, é autor da música do projecto de cruzamento disciplinar Cisnografia – a Reescrita do Cisne, com concepção e realização de Luiz Antunes, que, enquanto elemento coreográfico e musical, consiste no desafio à composição e reescrita do 13.º andamento Le Cygne da Suite Le Carnaval des Animaux de Camille Saint-Säens. Esta obra resulta do desafio feito a treze coreógrafos/ intérpretes/ performers e um compositor, para, individualmente reescreverem a sua morte do cisne, de acordo com as linguagens pessoais e códigos de trabalho. Cada solo foi filmado nas diversas salas do Museu Nacional de Arte Antiga, permitindo composições que se relacionam intimamente com as obras e espaços. Como nos expica Diogo Alvim: «O que fiz foi uma reescrita da peça Cisne de Saint-Säens numa abordagem quase geométrica, expandindo o experimentalismo tímido do original e desconstruindo o seu páthos romântico». A exposição Cisnografia está aberta ao público até 27 de Fevereiro no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa.
Igor C. Silva
Hugo Vasco Reis · © Johannes Lins

Voices and Landscapes é o novo álbum monográfico de Hugo Vasco Reis que foi lançado no final de 2021. Esta nova edição de autor inclui cinco obras deste compositor editado pelo MIC.PT escritas para diferentes formações instrumentais, nas quais a presença da voz constitui o elemento comum. O tema central deste álbum influenciado pela poesia de Antero de Quental e Fernando Pessoa é a «paisagem», o que levou o compositor a uma pesquisa de sons diversificados que vão desde a natureza até aos lugares urbanos totalmente moldados pela acção humana. Esta nova edição discográfica conta com a participação/ interpretação do Síntese – Grupo de Música Contemporânea, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (com o maestro Pedro Neves), Coro Nova Era Vocal Ensemble (com o maestro João Barros), Borealis Ensemble e do próprio compositor. O álbum Voices and Landscapes teve o apoio do Ministério da Cultura de Portugal, DGArtes, SPAutores e Antena 2. Adicionalmente, no Centro de Arte Caja de Burgos (Espanha), continua a exposição Num Único Acorde, uma vídeo-instalação e pintura de Pedro Vaz (autor do projecto), com música de Hugo Vasco Reis (em exibição até 23 de Janeiro).

A estreia do projecto Strange Smoke Over My Skin com música de Igor C. Silva (compositor editado pelo MIC.PT), coreografia de Bruno Alexandre, desenho de luz de Carin Geada e na interpretação do Trash Panda Collective sob a direcção de Jan Wierzba, decorrerá nos dias 21 e 22 de Janeiro no Centro Cultural de Belém em Lisboa. «Strange Smoke Over My Skin é uma performance multimédia que explora as dinâmicas de poder e o silêncio de corpos em espaços sociopolíticos. Corpo, luz e som, esculpem um espaço multissensorial, estabelecendo uma atmosfera densa e imersiva, onde os corpos se emancipam entre o real e o virtual. Nesta performance, pretende-se desconstruir as dinâmicas de poder, expondo os intérpretes a diversos meios para traduzir em som e imagem as diferentes expressões artísticas que cada individualidade em palco possui, criando assim um novo espaço político – onde novas dinâmicas de poder emergem, ou são totalmente desconstruídas, potenciando a individualidade e a diferença. Através deste processo de desconstrução o maestro torna-se assim apenas mais um intérprete; os performers libertam-se da figura de poder central, despolarizando as relações de coexistência...» – revelam os criadores do projecto.
Isabel Soveral · © Sofia Moraes
Isabel Soveral · © Sofia Moraes

No próximo dia 16 de Janeiro na Casa da Música no Porto, o Sond'Ar-te Electric Ensemble sob a direcção de Pedro Carneiro irá dar um concerto-retrato dedicado à música de Isabel Soveral. Neste contexto serão apresentadas cinco obras desta compositora editada pelo MIC.PT, escritas desde os anos 80 do século XX até hoje; são elas: Fragmentos (1984) para piano, Fragmentos (2019) para violoncelo e piano, Mémoires d'Automne – Tableau I (1999) para marimba, Le Navigateur du Soleil Incandescent – Quatrième Lettre (2010) para grupo instrumental e electrónica, e a estreia absoluta de Salsugem – 2.º quadro (2021) para soprano e grupo instrumental, encomenda da Miso Music Portugal. Adicionalmente, no âmbito deste concerto decorrerá também a estreia mundial da obra Suite Pentolítica (2021) para sete instrumentos de António Chagas Rosa (compositor editado pelo MIC.PT) e que é uma encomenda do Sond'Ar-te.

Em Janeiro João Quinteiro, compositor editado pelo MIC.PT, estará em residência no O'culto da Ajuda com o projecto Depurações para um Regresso, onde serão apresentadas três obras para instrumento solista espacializado ao vivo e performance: Hermes, nove da noite (2017), para saxofone tenor e vídeo; Sísifo, cinco da tarde (2019; estreia), para acordeão e narrador; Euridice, sete da manhã (2016), para percussão e bailarina. Estas três obras fazem parte das cinco peças para instrumento solista espacializado e performance que compõem o universo das dez obras satélite da ópera Regresso, que João Quinteiro desenvolve desde 2016; são cinco obras afectas a personagens da ópera (Eurídice, Penélope, Sísifo, Hermes e Prometeu) e cinco obras que envelopam os quadros e ambientes de cada personagem (quatro Madrugadas e um Crepúsculo). Todas as obras deste projecto têm como ponto de partida a poesia de José Mário Silva. Os concertos, com a participação de João Quinteiro (espacialização), Henrique Portovedo (saxofone), Sinem Tas (vídeo), Fernando Brites (acordeão), Júlio Mesquita (narração), Marco Fernandes (percussão), Teresa Doblinger (bailarina) e José Mário Silva (recitação), terão lugar nos dias 29 e 30 no O'culto da Ajuda em Lisboa. Este projecto conta com o apoio da Miso Music Portugal e da OU.TRA – Associação Cultural.

Em Janeiro, no dia 15, decorrerá a estreia da peça Au Revoir para soprano, sussurros, percussão e electrónica (mistura binaural) de Manuel Brásio. Esta composição faz parte do projecto Sons de Bolso da Interferência (Associação de Intervenção na Prática Artística), que inclui uma aplicação web que permite ouvir novas obras criadas para um contexto de sítios específicos em monumentos do Património Cultural Português. Neste sentido a peça Au Revoir deste compositor editado pelo MIC.PT poderá ser ouvida no Marco Fronteiriço n.º 1 em Cevide (Melgaço), fazendo referência à necessidade de emigração para França nos anos 60 do século XX. Sons de Bolso transforma a rua na sala de espectáculos, ligando nova música a um espaço geográfico. É uma modalidade não convencional e inédita de explorar o Património Cultural Português, oferendo conteúdo artístico exclusivo que permite ao público novas formas de interacção com o espaço envolvente. Locais seculares são engrandecidos com uma dimensão inovadora que se alia à História, desafiando o tradicional e o clássico. As peças musicais geolocalizadas são obras originais de compositores portugueses (Rui Penha, Manuel Brásio, José Tiago Baptista e Nuno da Rocha), relacionadas com a temática da democracia e das liberdades individuais e colectivas conquistadas ao longo dos tempos.
João Quinteiro
Miguel Azguime · © Perseu Mandillo

Duas obras de Miguel Azguime estão incluídas no concerto Art's Birthday 2022 com o Quarteto de Cordas de Matosinhos, que decorrerá a 17 de Janeiro no O'culto da Ajuda em Lisboa; são elas: Point Vermeil (2021) para violino e electrónica e Le Feu Qui Dort (2008) para quarteto de cordas. Com transmissão em directo a partir de vários países (em Portugal através da Antena 2), o Art’s Birthday 2022 – Euroradio Ars Acustica Special Evening é uma celebração em homenagem a Robert Filliou que declarou, a 17 de Janeiro de 1963, que «a Arte teria nascido exactamente há 1.000.000 anos, quando alguém deixou cair uma esponja seca num balde de água». Por esta ocasião o Quarteto interpretará também mais duas obras: Catorze Anotações (1966) de Fernando Lopes-Graça e 15.ª Anotação (2011) de Álvaro Salazar. Adicionalmente, três novas gravações de obras de Miguel Azguime estão disponíveis no Canal You Tube deste compositor editado pelo MIC.PT: 3 Cantos para Libertar o Ar com os Neue Vocalsolisten (Festival Música Viva 2021), Aliterações de Água com a soprano Camila Mandillo (Dezembro de 2021; Recital Antena 2, O'culto da Ajuda) e Par ce chemin de rien na interpretação da flautista Sílvia Cancela e da pianista Elsa Silva (Duo Sond'Ar-te; Música Viva 2021).

A obra Sou já do que fui (2019) para piano a quatro mãos de Paulo Bastos será interpretada no contexto do concerto do Kla-Vier Duo constituído pelas pianistas Patrícia Ventura e Sónia Amaral, que terá lugar no próximo dia 26 de Janeiro na Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto. O programa deste recital incluirá também várias outras peças da autoria de Arvo Pärt, Claude Debussy, Fazil Say, Tomás Alvarenga e António Victorino d'Almeida. Como nos revela Paulo Bastos, compositor editado pelo MIC.PT, na nota de programa sobre a sua obra: «Sou já do que fui surgiu no contexto do projecto Transmusica, uma produção transnacional de cinco compositores – originários de África do Sul, Alemanha, França, Itália e Portugal – e um duo de pianistas, o Duo Jost Costa – França e Portugal. Esta obra versa o tema unificador da identidade numa perspectiva individual, a identidade do eu. Com efeito Sou já do que fui é uma obra autobiográfica uma vez que aborda de forma consciente as sonoridades e traços gerais da minha música ao longo dos últimos anos. O título tem origem na seguinte écloga de Luís Vaz de Camões: “(...) E sou já do que fui tão diferente/ Que, quando por meu nome alguém me chama,/ Pasmo, quando conheço / Que ainda comigo mesmo me pareço (...)”».
Novidades MIC​.​PT

No passado mês de Dezembro o Espaço Crítica para a Nova Música disponibilizou dois novos textos dedicados ao Festival Música Viva 2021, que decorreu entre os dias 6 e 20 de Novembro no O'culto da Ajuda em Lisboa; são eles: As 9 vidas da acusmática de Pedro Boléo e laboratório tintinabular em diferido de Tiago Schwäbl. A primeira crítica de Pedro Boléo é dedicada aos dois concertos de música electroacústica com a Orquestra de Altifalantes – o primeiro (dia 7 de Novembro) com obras de Filipe Esteves por ocasião do lançamento do seu novo CD Sul e Sueste (ed. Miso Records) e o segundo (dia 16 de Novembro) que juntou peças de Flo Menezes e Todor Todoroff (membros do júri do Concurso Internacional de Música Electroacústcia Música Viva 2021). Na segunda crítica, Tiago Schwäbl debruça-se sobre os vários concertos da EASTN–DC – European Art Science Technology Network, organizados no âmbito do Festival Música Viva 2021 (12, 13 e 14 de Novembro).
 
RIZOMA · Apresentação
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riZoma · Plataforma de Intervenção e Investigação para a Criação Musical

riZoma é uma rede formada por um conjunto alargado de entidades portuguesas activas ligadas à criação, à educação, à interpretação e à investigação, com larga experiência no contexto da música erudita contemporânea. A Plataforma riZoma foi criada para estabelecer o diálogo e a articulação entre as entidades que a constituem e para falar a uma só voz junto do público e das tutelas, dando protagonismo ao esforço perpetrado por muitos e criando uma força nova que assenta no valor inestimável que a música erudita contemporânea criada em Portugal tem para a identidade cultural do nosso país.
RIZOMA · Calendário
logo · riZoma
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O Calendário on-line da riZoma constitui uma fonte indispensável de difusão e de informação do sector da música erudita contemporânea em Portugal, reunindo e revelando todas as actividades organizadas e promovidas por cada uma das entidades da riZoma, afirmando e evidenciando a riqueza deste setor no nosso país.
MÚSICA DE INVENÇÃO E PESQUISA
torre, rádios
imagem ilustrativa
· 7 e 21/ 01 · 1h00 · Antena 2 ·
Na 1.ª Pessoa, António Chagas Rosa

Dois programas do ciclo Na 1.ª Pessoa numa conversa com o compositor António Chagas Rosa conduzida por Pedro Boléo. Retomamos este mês o ciclo de conversas com compositores e compositoras da actualidade em Portugal, para conhecer mais profundamente o seu universo criativo, as suas ideias sobre a música e as suas formas de compor. Nestes programas falamos dos mais recentes projectos de António Chagas Rosa, incluindo a nova ópera de câmara a partir do conto O Homem dos Sonhos de Mário de Sá-Carneiro (estreia em Fevereiro no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa); com tempo para a escuta de algumas das suas obras dos últimos anos. António Chagas Rosa é autor de ciclos de canções, música de câmara para ensembles de diferentes dimensões, obras sinfónicas, concertos e óperas.
Novas Partituras no MIC​.​PT
andorinhas
imagem ilustrativa
A edição de partituras pelo MIC.PT tem como alvo a divulgação de partituras de obras de compositores residentes em Portugal, fomentando a sua escolha por parte de músicos e o seu estudo no meio académico.
João Quinteiro (JQui0006; partitura didáctica)
Kein Pfad mehr (2021) · ensemble com geometria variável
novos CD no MIC​.​PT
Chagas Rosa · Dvořák

Obras de António Chagas RosaCircumnavigare (2019) – e Dvorák; Orquestra Metropolitana de Lisboa, Filipe Quaresma (violoncelo), Pedro Amaral (maestro)
Capa · Música Portuguesa para Quarteto de Cordas II
Fermata/ Matosinhos
Música Portuguesa para Quarteto de Cordas II
Capa · Philippe Trovão · Recast
Codax Music · 9 Musas
Philippe Trovão · Recast

Obras de: Jorge Peixinho (Sax-blue e Harmónicos), Marc Tallet, Anatol Vieru e Constin Miereanu; Philippe Trovão (saxofone)
estreias recentes
O Rouxinol>> ver obra
3 / 12, Casa das Artes, Vila Nova de Famalicão
Beatriz Maia (soprano), João Pedro Azevedo (contratenor), Alunos do Coro CCM, K2 Companhia de Dança/ Ginasiano Escola de Dança (bailarinos), Coro e Orquestra Sinfónica da ARTAVE, Jan Wierzba (direcção musical), Mário João Alves (encenação), Leonor Carneiro (coreografia), Patrícia Costa (cenografia, figurinos e adereços), Duarte Pereira Martins (produção), Luís Salgueiro (musicografia)
(de)ambulatorium: a soundwalk
in & around Martim Moniz
>> ver obra
11 / 12, O'culto da Ajuda, Lisboa
Sofia A. Carvalho e Helena Costa Carvalho (poemas/ voz), João Castro Pinto (electrónica/ processamento em tempo real/ espacialização sonora via Orquestra de Altifalantes)
Open Inclusion>> ver obra
Redobra, para Adília>> ver obra
12 / 12, Festa!, O'culto da Ajuda, Lisboa
Nuno Pinto (clarinete), Coro da ESML – Escola Superior de Música de Lisboa, Paulo Lourenço (direcção)
Mátria – aqui na terra>> ver obra
17-19 / 12, Teatro Municipal de Vila Real
Jan Wierzba (direcção musical), Angel Fragua (encenação), Pedro Pires Cabral (desenho de luz), Cláudia Ribeiro (figurinos); com: Job Tomé, Ana Santos, Mário João Alves, Tiago Matos, Paulo Lapa, Regina Freire, Madalena Tomé, Coro comunitário Mátria, Moços do Coro e Orquestra Mátria
Bachs Zeit ist die allerbeste Zeit>> ver obra
18 / 12, Sons de Bolso, Mosteiro de Tibães, Braga
Andrea Conangla (voz), Tiago Baptista (clarinete), José Silva (percussão), Nuno Areia (piano), Teresa Silva (viola) e Luís Neto (captação e mistura).
archétype.énergie.>> ver obra
Synaesthesia>> ver obra
Miguel Moreira
Voltaic Drumming>> ver obra
Nuno Rebelo
Becoming>> ver obra
18 / 12, Festival DME, Casa Municipal da Cultura de Seia
Drumming – Grupo de Percussão; André Dias, João Tiago Dias, Pedro Oliveira (percussão) e Miguel Moreira (guitarra)
nestaprimaveranaoseouvemsoospassaros>> ver obra
Outono disruptivo>> ver obra
19 / 12, Festival DME, Conservatório de Música de Seia
Trio Piazzolla Lisboa: António Carrilho (flautas de bisel), Catherine Strynckx (violoncelo), Helena Vasques (piano)
19 / 12, Salone Musa, Associazione Carducci, Como, Itália
Appassionato Ensemble com Antonietta Loffredo (piano de brincar); Ileana De Santis (flauta), Michela Pirola (clarinete), Davide Moro (violino), Umberto Pedraglio (violoncelo) e Federico Ceriani (piano)
“Just” for Drums>> ver obra
27 / 12, FIP 2021, Casa da Música, Porto
Eduardo Lopes (percussão)
António de Sousa Dias #13 e Armando Santiago #22 · Novos Cadernos da Criação Musical Portuguesa dos séculos XX e XXI

Este mês de Janeiro o MIC.PT irá lançar, no âmbito da série dos Cadernos da Criação Musical Portuguesa dos séculos XX e XXI, dois novos Cadernos, #13 e #22, dedicados aos compositores: António de Sousa Dias e Armando Santiago. Esta Série de edições bilingues constitui uma «introspecção» no trabalho de cada uma das compositoras/ compositores editados pelo MIC.PT, sendo simultaneamente um incentivo para investigar e (re)descobrir a sua música, assim como a sua reflexão estética e filosófica. Cada um dos Cadernos é composto de uma nota biográfica, questionário/ entrevista ou artigo musicológico, catálogo de obras com duas ordenações (por instrumentação e por ordem cronológica) e ainda discografia. Dos 22 Cadernos 14 já estão disponíveis em versão impressa: #1 · Paulo Ferreira-Lopes; #2 · Sara Carvalho; #3 · António Ferreira; #4 · António Chagas Rosa; #5 · Bruno Gabirro; #7 · Patrícia Sucena de Almeida; #8 · Miguel Azguime; #10 · Pedro Rebelo; #12 · João Madureira; #15 · Isabel Soveral; #16 · Tiago Cutileiro; #18 · João Castro Pinto; #20 · [ka'mi] · #21 · Álvaro Salazar.
Actualidade
Sond'Ar-te Electric Ensemble
Sond’Ar-te · © Perseu Mandillo
11.º Concurso de Composição do Sond’Ar-te Electric Ensemble · nova música de câmara com electrónica

O Júri, constituído pelos compositores Stefano Gervasoni, Philippe Leroux, Miguel Azguime e pelo maestro Pedro Neves, decidiu atribuir o primeiro prémio do 11.º Concurso de Composição do Sond’Ar-te Electric Ensemble – Nova Música de Câmara com Electrónica a Daniel Arango-Prada, compositor colombiano que presentemente reside em França, pela obra Xénolithe (2019) para flauta, clarinete, piano, violino, viola, violoncelo e electrónica. Esta composição será apresentada em Portugal no âmbito da Temporada de Concertos 2022 do Sond’Ar-te Electric Ensemble no próximo dia 7 de Maio no O'culto da Ajuda em Lisboa, sendo que o programa deste espectáculo incluirá também três obras dos membros do Júri.
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